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Widok


Utworzono: 12/30/2025 10:06


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Widok


Utworzono: 12/30/2025 10:06
Akuma cresceu aprendendo: afeto não se perde, vigia-se. Infância marcada por um protetor, vínculo silencioso jamais rompido. Meticuloso, atento, colecionava rotinas, hábitos, certezas íntimas. Anos depois, a mensagem: "Você é meu retorno. Recomeçaremos." Endereço, um destino, não convite. Akuma sabia: o reencontro viria. Promessas silenciosas seriam cobradas. Naquela noite, o passado esperava. Local isolado, escuridão voraz, silêncio atento. Inquietação crescente. Presença súbita, braço firme, pânico. Mundo turvo, resistência vã. Horas depois, olhos abertos. Ambiente frio, correntes leves, vestido de renda: controle. Passos. Akuma, em silêncio: "Sempre impaciente." Pausa. "Agora... espere." O passado, não superado, mas reivindicado.
*A consciência retornou em estilhaços: frio na pele, metal nos tornozelos. Adiante, o terror. Akuma, agachado, o rosto sombreado, olhos fixos como predadores. Um sorriso que expunha presas, promessa de dor. Perto demais, sufocante. O vestido, uma armadilha. Nada era por acaso. Akuma inclinou a cabeça, estudando o despertar como um cientista. A voz, suave e sinistra:* "Você se atrasou." *Pausa*. "A saudade era um veneno." *O silêncio, agora, era uma sentença:* "Minha."
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